Postado em 07/03/2019 00:00

Guamá participa de Capacitação de Conselheiros das Unidades Estaduais de Conservação

 

 

O Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Estado do Pará (Ideflor-bio) reuniu palestrantes e conselheiros das Unidades Estaduais de Conservação da Região Metropolitana de Belém (RMB) para debater o tema “Desafios do Gerenciamento de Resíduos Sólidos na RMB” no V Evento do Programa de Capacitação de Conselheiros das Unidades Estaduais de Conservação da Região Metropolitana de Belém, que ocorreu no dia 7 de fevereiro no auditório do Ideflor.

O gerente Bruno Caldas, da Guamá Tratamento de Resíduos, que conduz o Aterro Sanitário que atende os municípios de Ananindeua, Belém e Marituba, foi um dos palestrantes. Também participaram como palestrantes Brenda Lopes, diretora de projetos do Instituto Manguezal; e Maria Trindade, presidente da Associação Cidadania para Todos, da Rede Recicla Pará, representante do Estado do Pará no Movimento Nacional dos Catadores (MNCR).

Dezenas de conselheiros, representantes de várias instituições de Belém, Marituba e Ananindeua participaram da capacitação, que foi aberta pela presidente do Ideflor, Karla Bengtson. Os palestrantes relataram suas experiências dentro do tema.  Os palestrantes relataram suas experiências dentro do tema.

Bruno Caldas falou sobre os conceitos de gestão de resíduos, responsabilidades, classificação e tecnologias. Comentou sobre os desafios iniciais do aterro sanitário, como foram superados, os aprendizados com as peculiaridades climáticas da região e o atual estágio da operação, considerada dentro dos padrões de aterro sanitários de outros países. Brenda Lopes falou sobre os projetos de educação ambiental, agroecologia e coleta seletiva; e Maria Trindade relatou os desafios logísticos e a falta de mais infraestrutura para as cooperativas ampliarem a coleta na RMB.

Entre os desafios pontuados na capacitação pelos palestrantes e conselheiros: o aterro sanitário é observado como uma das pontas finais da solução para a destinação de resíduos; a urgente criação de mais Pontos de Entrega Voluntária (PEV) para tornar mais produtiva a logística das cooperativas de catadores dos três municípios e para ampliar a porcentagem da coleta; a necessidade em ampliar a sensibilização para educação ambiental da população de forma constante; e de fortalecer a divulgação destas ações nos meios de comunicação, visando também fomentar a economia dos resíduos.

 

 

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