Postado em 21/07/2018 00:00

Projeto Uirapuru Mirim desperta criatividade de crianças em Marituba

 

 

 

 

 

Atividades de pintura e musicalização marcaram mais um encontro das crianças que participam do projeto Uirapuru Mirim, que envolve 35 crianças, de 7 a 13 anos, no Centro Cultural Santa Clara, do bairro Santa Clara, em Marituba.

Iniciativa do Instituto Solví, braço social do Grupo Solví, responsável pela Unidade de Valorização Sustentável Guamá Tratamento de Resíduos (UVS Guamá), que conduz o Aterro Sanitário que atende a Região Metropolitana de Belém, o projeto, coordenado pela Associação Irmãs Auxiliadoras Déias do Brasil, foi aprovado pelo Ministério da Cultura, funciona em quatro localidades em São Paulo e chegou ao Pará, adaptado à cultural local.

 A partir da jornada do ser mitológico Uirapuru, descrito como homem transformado em pássaro que os índios brasileiros consideram o rei do amor, o projeto de arte-educação aborda questões ambientais. O cenário e figurino das apresentações, por exemplo, serão feitos a partir de materiais recicláveis.

 As oficinas do Uirapuru Mirim são ministradas todas as terças-feiras, de 8h às 11h, no Centro Cultural Santa Clara, que teve reforma apoiada por ação de voluntariado da UVS Guamá Tratamento de Resíduos.

 Aprendizados - Nivaldo Ferreira, que mora em Marituba, é um dos arte-educadores que compartilha sua ampla experiência no ensino de arte-aprendizagem com as crianças. “Elas estão se identificando com o projeto, gostam das atividades lúdicas, como desenho e pintura, e das atividades de lazer. Esse trabalho desperta a criatividade. Por exemplo, na semana passada, tivemos um episódio, em que algumas crianças confundiram suas mochilas e trocaram, levando para casa a mochila errada. No encontro de hoje, uma das meninas que teve mochila trocada já trouxe a mochila personalizada, um exemplo de como usou a criatividade para resolver uma questão”, relatou.

 Para Sara Reis, 9 anos, que já participa de ações criativas em sua escola, o Uirapuru Mirim, é uma experiência artística diferente. “Eu gostando de aprender a pintar, a cantar e a conhecer uma história que eu não conhecia (Jornada do Uirapuru)”, comentou. O adolescente Pablo da Silva, 12 anos, disse que é a primeira vez que participa de um projeto de arte-educação e está se identificando com as atividades musicais. “Estou gostando muito de aprender música, quero aprender mais”, disse.

Acompanhamento - Para o gestor da Regional Pará, Angelo Castro, que acompanha a iniciativa de responsabilidade social da UVS Guamá Tratamento de Resíduos, os projetos em desenvolvimento. “É uma satisfação contribuir com projetos de arte-educação, que geram aprendizados para crianças com pouco acesso à cultura como é o caso das atendidas pelo Uirapuru Mirim. Esperamos que os conhecimentos aqui compartilhados ajudem na formação educacional e nas futuras escolhas profissionais delas”, comentou.

     

  

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